BEM VINDO!

Encontremos -nos todos diante do amor de Deus...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

EUCARISTIA


8. Quando penso na Eucaristia e olho para a minha vida de sacerdote, de Bispo, de Sucessor de Pedro, espontaneamente ponho-me a recordar tantos momentos e lugares onde tive a dita de celebrá-la. Recordo a igreja paroquial de Niegowic, onde desempenhei o meu primeiro encargo pastoral, a colegiada de S. Floriano em Cracóvia, a catedral do Wawel, a basílica de S. Pedro e tantas basílicas e igrejas de Roma e do mundo inteiro. Pude celebrar a Santa Missa em capelas situadas em caminhos de montanha, nas margens dos lagos, à beira do mar; celebrei-a em altares construídos nos estádios, nas praças das cidades...

Este cenário tão variado das minhas celebrações eucarísticas faz-me experimentar intensamente o seu carácter universal e, por assim dizer, cósmico. Sim, cósmico! Porque mesmo quando tem lugar no pequeno altar duma igreja da aldeia, a Eucaristia é sempre celebrada, de certo modo, sobre o altar do mundo. Une o céu e a terra. Abraça e impregna toda a criação. O Filho de Deus fez-Se homem para, num supremo acto de louvor, devolver toda a criação Àquele que a fez surgir do nada.

Assim, Ele, o sumo e eterno Sacerdote, entrando com o sangue da sua cruz no santuário eterno, devolve ao Criador e Pai toda a criação redimida. Fá-lo através do ministério sacerdotal da Igreja, para glória da Santíssima Trindade. Verdadeiramente este é o mysterium fidei que se realiza na Eucaristia: o mundo saído das mãos de Deus criador volta a Ele redimido por Cristo.(...)

25. O culto prestado à Eucaristia fora da Missa é de um valor inestimável na vida da Igreja, e está ligado intimamente com a celebração do sacrifício eucarístico. A presença de Cristo nas hóstias consagradas que se conservam após a Missa – presença essa que perdura enquanto subsistirem as espécies do pão do vinho – resulta da celebração da Eucaristia e destina-se à comunhão, sacramental e espiritual. Compete aos Pastores, inclusive pelo testemunho pessoal, estimular o culto eucarístico, de modo particular as exposições do Santíssimo Sacramento e também as visitas de adoração a Cristo presente sob as espécies eucarísticas.

É bom demorar-se com Ele e, inclinado sobre o seu peito como o discípulo predilecto (cf. Jo 13, 25), deixar-se tocar pelo amor infinito do seu coração. Se actualmente o cristianismo se deve caracterizar sobretudo pela « arte da oração », como não sentir de novo a necessidade de permanecer longamente, em diálogo espiritual, adoração silenciosa, atitude de amor, diante de Cristo presente no Santíssimo Sacramento? Quantas vezes, meus queridos irmãos e irmãs, fiz esta experiência, recebendo dela força, consolação, apoio!

Desta prática, muitas vezes louvada e recomendada pelo Magistério,(49) deram-nos o exemplo numerosos Santos. De modo particular, distinguiu-se nisto S. Afonso Maria de Ligório, que escrevia: « A devoção de adorar Jesus sacramentado é, depois dos sacramentos, a primeira de todas as devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós ».

A Eucaristia é um tesouro inestimável: não só a sua celebração, mas também o permanecer diante dela fora da Missa permite-nos beber na própria fonte da graça. Uma comunidade cristã que queira contemplar melhor o rosto de Cristo, segundo o espírito que sugeri nas cartas apostólicas Novo millennio ineunte e Rosarium Virginis Mariæ, não pode deixar de desenvolver também este aspecto do culto eucarístico, no qual perduram e se multiplicam os frutos da comunhão do corpo e sangue do Senhor.

sábado, 13 de agosto de 2011

Ato de total desrespeito a pessoa humana!





Goiânia 13 de agosto de 2011

Ato de total desrespeito a pessoa humana!


Já a alguns meses venho reparando em pontos estratégicos da cidade de Goiânia, pessoas ate bem vestidas jovens bonitas de 12 a 15 anos de idade vendendo balas bolachas e etc...
Quando vem ate nós nos faróis e dizem ser de uma igreja denominada “Sara nossa terra” e fazem aquilo para ajudar a igreja.
Gostaria de saber dos direitos humanos do conselho tutelar e de outras que assegurem os direitos da criança e do adolescente, se esta ato esta de comum acordo com as leis e se estes não deveriam ser punidos ou fiscalizados pelos nossos órgãos públicos, como sendo uma espécie de trabalho escravo que expõe nossos jovens e crianças a riscos graves nestes perímetros de grande movimento como na Avenida Perimetral norte?
Minha gente onde vamos parar em atos covardes como estes?
Em uma espécie de fanatismo religioso que em pleno século XXI coloca pessoas tão fanáticas a ponto de em pleno calor de 38° a estar nestes faróis esquinas e avenidas.
Olhei em vario ângulos para avistar um pastor ou seus filhos que logicamente ali não estariam, mas sim em seus carros de luxo em suas casas em meio a sombra e água fresca.
Meus amados pais e mães tenham a caridade para com seus filhos não permitam fazer isso!
Este pra mim é um ato covarde, um atentado contra a vida um desrespeito ao ser humano!
A varias formas de arrecadar fundos se este é pra obras sociais, não para manter boa vida ao seus pastores.
Lembre-se o bom pastor da a vida por suas ovelhas, não as quer doente não as deixa a mercê de chuva e sol, de assaltos e etc...
Por fim, faço esta denuncia em sinal de alerta publica, em fins de comunicar-lhes os graves riscos que estas pobres ovelhas sem pastor correm.
E peço aos senhores pastores desta referida igreja que vocês vender paçoca na porta de suas casas não em farol onde todos sabemos lugar de riscos e de violência.
Vamos garantir os direitos da juventude não escravizá-los, vamos lutar por um bem social comum a todos não tornar nosso povo fanáticos. Depois como vocês se acham no direito de falar de idolatria e de fanatismo. Quando não os fazem com os santos mas fazem pior, tornam estas pobres ovelhas fanáticas no dinheiro, fanáticas em vocês pastores, aponto de não ser romeiros de Deus ou da virgem Maria , mas de pessoas humanas, pecadoras falhas como nos humanos. Os santos nunca fizeram isso, mas vocês que acham ate mais do que Deus escravidão e ferem a mente humana com estes atos escravagistas covardes e que merece punição!






Diego moura silva
Acadêmico de filosofia/ Escritor / Poeta e compositor.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

AS SEMENTES ESTÃO LANÇADAS...



A semente que fora lançada não morrera jamais...

A vida que cremos e acreditamos fielmente não termina em si só cremos e professamos crer na vida eterna.
Não se pode esconder o sol debaixo de uma montanha, e o sal sem gosto não serve para mais nada.
Muitas são as sementes que são lançadas no caminho...
Semente estas que caem em vários lugares, mas tão somente a que cai em terreno bom é capaz de dar frutos. E estes frutos crescerem e saciar essa humanidade faminta!
Queremos sim ver estas sementes dar frutos e que estes frutos sejam de conversão verdadeira, pois só assim poderemos ver chegar a esta humanidade a paz, amor...
Irmãos não perturbem nosso coração tenhamos fé em Deus e acreditemos realmente em dias melhores!
Pois enquanto estiver sobre mim o dom da vida, enquanto tiver uma pessoa de fé Deus poupara essa humanidade!
Só o amor é capaz de superar tudo hoje mais do que nunca e eternamente amar...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

FICA PADRE LUIZ ...



Ato heróico nunca visto em Goiás...

Era tarde de um domingo normal
É talvez normal aos sem fé
Era dia de ramos a entrada triunfal de JESUS em Jerusalém...

Em Goiás praça cívica aproximadamente 10.000 (dez mil)Pessoas.
Caminheiros não para a Jerusalém...
Muitos talvez sem entender o que ali faziam!

Podiam se ver as lagrimas, risos, emoção e comoções do povo!
Eu logo me perguntei o que o povo quer?
Onde querem chegar?
Na minha caixa de e-mail uns 100 todos sobre o mesmo assunto
Padre Luiz augusto.

O sacerdócio não poderia ser compreendido
Porque se assim fosse morreríamos não de pavor, mas de amor!

E agora?

Muitos podem dizer tiremos para ver o que acontece.
Nem é necessario, os pobres de Deus já chorrão, este chorro deve ser ouvido!
O povo simplesmente se sentiu órfão...
Nossa aonde chegamos!
Onde queremos chegar?
Tem momentos que necessitamos parar e pensar...
LEMBRE-SE TUDO QUE AQUI FAZEMOS PRESTAREMOS CONTAS A DEUS!!!
FICA LUIZ....

sexta-feira, 8 de abril de 2011

RIO, RIO DE SANQUE...



Ao pegar o jornal no dia de hoje pra ler, não pode conter minhas emoções...
Rio e rio de sangue de inocentes!

Minha gente onde vamos chegar
Quando teremos paz na terra de santa cruz
Quando veremos brilhar a estrela do amor
Quando chegara o dia feliz, onde teremos verdadeira liberdade.

Estou cansado de ver violência
Tanta misseria, peste e fome.
Tenha misericórdia de nós senhor
Venha logo não tardeis nos salvar.

Este é o grito de crianças choros e lamento mais triste
Triste na verdade é ver tanta impiedade sobre a terra
Em pensar que se continuar o homem errar e pecar nada do céu se fará
Então vivemos em um sonho, utopia. Quero sim ver uma sociedade de paz.

A paz que tanto sonhamos tenha certeza chegara ate nós
Quando ouvirmos a voz de Deus e praticarmos o que ele mandou...
Amai-vos uns aos outros!!!

Gente com lagrimas li a noticia de uma menina que morrera para salvar outra
Meu Deus, como explicar isso...
A filha de Deus, Bianca, martírio do amor e as outras 11 crianças do Rio de Janeiro.
Minhas orações e preces a Deus e a são Sebastião que sofrera também com dor e pranto.
Cuida meu Deus de nossas crianças guarde essa humanidade!
Amem
Diego moura silva.

AMOR OMNEM SUPERAT

terça-feira, 5 de abril de 2011

Aos amigos e ao tempo....


Hoje resolve dedicar este dia a belos tempos que não voltam mais...

Amados amigos irmãos, é difícil falar da dor da saudade.
Às vezes estamos perto e tão longe.
Quantos foram os bons momentos juntos.
Tempo de missão, deixou saudades.
Mas agora são marcas de tempo que não volta mais!

Beleza que embora seja passado, mas esteja presente.
Esta aqui gravada no coração que sabe amar.
Pois bem, falando em amar, quantas horas de verdadeiro amor.
De crise de emoção, comoção diante de nossas simples humanas pessoas.

Agora que podemos ver com nossos olhos
Com realismo total o que é viver.
Sinto saudade daquele tempo
De nossa amizade e de vivermos unidos em comunhão.
Um dia nos veremos amigos agora me deleito nas saudades e nas marcas
Deste tempo que não volta mais!

Diego moura silva.

Dedicação:
André-Pirapora MG
Eudes-Brasília DF
Carlos Eduardo-Anápolis GO
Cleidsom-Goiânia GO
Fabio-Brasília DF
Alex-Brasília DF
Leonardo – Anápolis GO
Geraldo-?
Israel-?
Marilene e Hílton Caldas Novas GO
Tio Beto e tia keila Anápolis GO

sexta-feira, 25 de março de 2011

Et verbum caro factum est....Et habitavit in nobis.


Do Tomus ad Flavianum, de São Leão Magno, papa – século V

Na encarnação do Verbo, a humildade foi acolhida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade. Para atender à dívida de nossa condição, a natureza inviolável uniu-se à natureza passível. Deste modo, bem condizente com nossa recuperação, o único e mesmo mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, poderia morrer mediante uma das naturezas e não morrer pela outra[1].

Portanto, na íntegra e perfeita natureza de verdadeiro homem, nasceu o verdadeiro Deus, todo (Deus) no que lhe é próprio, todo (homem) no que é nosso. Referimo-nos ao que é nosso, ao que no início o Criador criou em nós e que assumiu para restaurá-lo[2].

Porque nem o mais leva vestígio se encontrou no Salvador daquilo que o Sedutor sugeriu e que o homem, enganado, admitiu. E, pelo fato de ter aceitado a comunhão com as fraquezas humanas, não quer isto dizer que se tenha tornado participante de nossos delitos. Assumiu a forma de escravo, sem a mancha do pecado, engrandecendo o humano, sem diminuir o divino. Porque o abaixamento, pelo qual o invisível se mostrou visível e o Criador de tudo quis ser um dos mortais, foi uma condescendência de misericórdia, não uma falha do poder. Por conseguinte, aquele que, na forma de Deus, fez o homem, este mesmo fez-se homem, na forma de escravo[3].

Entrou, pois, neste mundo insignificante o Filho de Deus, descendo do trono celeste, sem se afastar da glória paterna, gerado por nova ordem, novo nascimento[4]. Nova ordem, porque, invisível em si, fez-se visível como nós; incompreensível, quis ser compreendido; vivo antes dos tempos, começou a existir no tempo. O Senhor do universo envolvendo na sombra a imensidão de sua majestade, tomou sobre si a forma de servo; o Deus impassível não rejeitou ser homem passível, e o imortal, submeter-se às leis da morte. Aquele que é verdadeiro Deus, ele mesmo é verdadeiro homem; e nesta unidade nada há de falso; estão um para o outro, a humildade do homem e a grandeza da Divindade.

E do mesmo modo como Deus não muda pela comiseração (de se fazer um de nós), também o homem não é esmagado pela dignidade (de ter sua natureza unida a uma Pessoa divina). Cada uma das naturezas age, em comunhão com a outra, segundo o que lhe é próprio: o Verbo opera o que compete ao Verbo, e a carne realiza o que é da carne[5]. Um refulge com os milagres, a outra sucumbe aos maus tratos. E como o Verbo não se afasta da igualdade com a glória do Pai, também a carne não deixa a natureza de nossa raça. É um só o mesmo – há que se repetir muitas vezes – verdadeiramente Filho de Deus e verdadeiramente filho do homem. Deus, porque “no princípio era o Verbo, e o Verbo era junto de Deus, e o Verbo era Deus”; homem porque “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”.

sexta-feira, 18 de março de 2011

VIVER...




Goiânia 18/03/2011.

A vida é aquilo que a fazemos ser!
Pobre da senhora vida,
Mesmo após tanto peleja há quem faça
Pobre, solitária, triste e vazia.

Percebam o quanto necessário é simplesmente
Viver...
O que melhor seria deixar nos levar a vida ou a vida nos levar?
Será que é contramão andarmos nas vias
Da felicidade, e da verdadeira liberdade?

Viver sem ter medo!
Viver livre da escravidão do erro!
Viver sua vida, aproveitar tudo.
Cada milésimos dos segundos deste tempo.
Sem querer ser Deus ou mais que ele, sendo apenas seres humanos!

O que sei realmente é que quero viver!
Porque se amanha o fogo desta labareda
Vida se apagar vou ter orgulho de olhar e
Ver nas cinzas que sobrarão desta matéria corrompida!
Pois administrei bem este corpo mortal prova disso
É olhar os sinais que aqui ficarão.

Não mas com os olhos humanos.
Apenas com os olhos da fé.
Que bonito olhar do outro lado junto de Deus e me alegrar.
Porque pude viver, mantive acesso o fogo da vida.
E a agora gozo da vida eterna, desfruto do que nunca passara.

Pois pra quem crê a vida nunca é tirada!
Pois o ser pode compreender o verdadeiro dom de viver!
Por fim... Ninguém sabe dia nem hora só sabemos que não somos desta terra, aqui somos estrangeiros! Somos Cidadão de outra pátria
Um dia prestaremos conta a Deus de tudo que aqui fizemos!
E se for hoje, agora! Você já esta preparado?
Por estas e outras ame, pois só o amor nos salva! Só o amor nos deixa eternamente vivos!
“Amor omnem superat”(o amor supera tudo)
Diego moura silva
Acadêmico de filosofia

terça-feira, 15 de março de 2011

A advertência não atendida de Nossa Senhora de Akita e o terremoto no Japão




Em 1973, Nossa Senhora se manifestou em Japão à Irmã Agnes Katsuko Sasagawa, que então tinha 42 anos de idade, no convento das Servas da Ssma. Eucaristia na localidade de Yuzawadai, perto de Akita, província de Sendai.

Quer dizer na região mais atingida pelo terremoto que acaba de causar formidáveis danos no Japão.

Akita fica na mesma latitude do epicentro do colossal abalo sísmico, porém do lado ocidental da ilha, a uma distância de 150 kms de Sendai, a cidade mais atingida, e que fica no lado oriental do arquipélago do Sol Nascente.

As fotos das pavorosas ruínas da cidade de Sendai e vizinhanças estão em todos os jornais, TVs e em sites da Internet.

Akita foi atingida pelo terremoto, mas não pelo devastador tsunami. O santuário de Akita não sofreu danos relevantes.

O terremoto e o tsunami trouxeram de volta à memória as solenes advertências de Nossa Senhora ao clero e ao mundo em 1973. Desde aquela data, a imagem de Nossa Senhora chorou lágrimas, segundo testemunhas, mais de uma centena de vezes e verteu sangue em outras ocasiões.

O fenômeno místico foi analisado pela hierarquia eclesiástica.


Igreja de Nossa Senhora de Akita, Yuzawadai, Sendai
Em abril de 1984, Dom João Shojiro Ito, Bispo de Niihata, Japão, após anos de exaustiva investigação, declarou que os acontecimentos de Akita são de origem sobrenatural e autorizou para a diocese inteira a veneração da Santa Mãe de Deus de Akita.

Em junho de 1988, o Cardeal Ratzinger, Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, deu julgamento definitivo sobre os acontecimentos e mensagens de Akita e os declarou dignos e merecedores de fé.

O mesmo Cardeal Ratzinger ‒ hoje Bento XVI ‒ segundo publicou a revista italiana Jesus em 11 de novembro de 1984, comentou que as mensagens de Fátima e de Akita são “essencialmente a mesma”.

As concordâncias com a mensagem completa de La Salette também de tal maneira são evidentes para os leitores deste blog que também nos sentimos dispensados de fazer qualquer paralelismo.

Aqueles que lembram as gravíssimas advertências de Nossa Senhora no Japão e, sugestivamente, na região hoje sinistrada, ficaram impressionados pela similitude do profetizado em 1973 com o hoje acontecido.


Nossa Senhora de Akita
Mais ainda, ficaram estarrecidos com o que pode vir. Porque Nossa Senhora preanunciou em Akita castigos ainda mais terríveis do que este enorme terremoto, se o clero católico e o mundo não se arrependiam e mudavam de vida.

Nossa Senhora não foi ouvida, é doloroso constatá-lo. Mais ainda, sua maternal intervenção foi esquecida.

Este é um momento extraordinariamente oportuno para voltarmos para ela e lhe dar a atenção e obediência que merece, com toda a confiança posta na inesgotável misericórdia da Mãe de Deus.

Mas, o que disse e o que pediu Nossa Senhora em Akita?

O jornal “The Wanderer”, em 17 de fevereiro de 1994, publicou exaustiva matéria baseada no “Official Akita Book” (“O livro oficial de Akita”), de autoria do Pe. Teiji Yasuda, O.S.V.

É dali que extraímos a seguinte matéria de tal maneira eloqüente que qualquer comentário pode parecer supérfluo.

Uma das mensagens mais impressionantes de Nossa Senhora de Akita foi feita a 13 de outubro de 1973. Nela, a Santíssima Virgem afirmou:


“Se os homens não se arrependerem e não melhorarem, o Pai infligirá um terrível castigo para a humanidade. Será uma punição maior do que o dilúvio, nunca vista antes.

“Fogo cairá do céu e destruirá grande parte da humanidade, tanto os bons quanto os maus, não poupando nem sequer aos sacerdotes ou fiéis. Os sobreviventes se acharão de tal maneira desolados que terão inveja dos mortos.

“As únicas armas que restarão serão o Rosário e o Sinal deixado pelo meu Filho. Todo dia recite as orações do Rosário. Com o Rosário, reze pelo Papa, pelos bispos e padres.

“A obra do demônio se infiltrará até mesmo dentro da Igreja de tal modo que veremos Cardeais se opondo a Cardeais, bispos contra bispos.

“Os padres que Me veneram serão escarnecidos, menosprezados e combatidos pelos seus confrades (outros padres).

“Igrejas e altares serão pilhados.

“A Igreja estará cheia daqueles que aceitam compromissos e o demônio afligirá muitos padres e almas consagradas a deixarem o serviço do Senhor.

“O demônio será particularmente implacável contra as almas consagradas a Deus. A idéia da perda de tantas almas é a causa de minha tristeza.

“Se os pecados aumentarem em número e gravidade, em breve não haverá perdão para eles.

“Reze muito as orações do Rosário. Eu sozinha ainda sou capaz de salvá-los das calamidades que se aproximam.

“Aqueles que colocam sua confiança em Mim serão salvos

quarta-feira, 9 de março de 2011


«Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes» (cf. Cl 2, 12)

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).

1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Batismo, quando, «tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo» iniciou para nós «a aventura jubilosa e exaltante do discípulo» (Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010). São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém é merecedor da vida eterna pelas próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo» (Fl 2, 5), é comunicada gratuitamente ao homem.

O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa «conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos» (Fl 3, 10-11). O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.

Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De fato, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8, 11). Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: realmente eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência.

2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é batizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.

O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição do homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É um claro chamado a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é ativo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.

O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5). É o convite a distanciar-se dos boatos da vida cotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor.

O pedido de Jesus à samaritana - «Dá-Me de beber» (Jo 4, 7) - que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da «água a jorrar para a vida eterna» (v. 14): é o dom do Espírito Santo, que faz dos cristãos «verdadeiros adoradores» capazes de rezar ao Pai «em espírito e verdade» (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, «enquanto não repousar em Deus», segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.

O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: «Tu crês no Filho do Homem?». «Creio, Senhor» (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como «filho da luz».

Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: «Eu sou a ressurreição e a vida... Crês nisto?» (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: «Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27). A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos e a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança.

O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos.

3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a «terra», que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a «palavra da Cruz» manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus caritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).

No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida. Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projectos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é um chamado à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.

Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciámos no dia do Batismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que «as suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele «que ninguém nos poderá tirar» (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.

Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela acção do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.

Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas ações. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.

Vaticano, 4 de Novembro de 2010

sexta-feira, 4 de março de 2011

PREPARAÇAO PARA UMA SANTA QUARESMA...


Quaresma é tempo...

Estimados irmãos amigos, com amor e piedade chegamos há quaresma!
Antecipado pelo carnaval nesse tempo somos chamados a pensar, meditar, não apenas no planeta (Campanha da Fraternidade 2011 CNBB) Mas pensar também em nossa alma em nosso intimo, como estamos vivendo.
Quaresma é tempo de conversão!
Mudança de hábitos.
Irmão sobre tudo penitencia! Fazei penitencia por si e por todos os seus...
Antigamente o carnaval a chamada festa da carne hoje tão bem comemorada, bebe morada, festejada pela sociedade era o tempo de se preparar para a quaresma, pois a mesma vinha acompanhada de bastante penitencia e contrição.
Lembro de meu avô da congregação mariana que em dias de carnaval fazia um profundo retiro.
Isso tudo meus irmãos escrevo para possamos realmente nos preparar bem pára uma santa quaresma. Evite o pecado e suas ocasiões, o diabo quer nos destruir quer acabar com nossos lares, não podemos dar brechas para ele.
Assinalados pela cinza neste dia temos de ter atenção às curtas palavras do sacerdote que diz “Convertei-vos e crede no evangelho!”.
Em nome de Jesus tenha-mos um santo carnaval mostre-mos ao mundo que melhor é ser de Deus. Ame sua casa ame Jesus cristo e fique com ele esses 40 dias e 40 noites que se aproximam, fique ali guardado, você e sua casa no coração de Deus.
E lembre busque a Deus agora enquanto ele se deixa encontrar.
Ame Jesus, adore-o em espírito e verdade!
Converte senhor peça pra Deus converte a mim e aos meus.
Que Jesus nos proteja a todos...


Ad iesu per marie

AMOR OMNEM SUPERAT




DIEGO MOURA SILVA.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Carta aos irmãos chamados ao sacerdócio



Uma só coisa é necessária, nunca deixar de amar!


Carta aos irmãos chamados ao sacerdócio, mas que por motivos vários não os fazem, para que nunca percam a esperança e se realmente são chamados por Deus um dia seremos escolhidos entre os eleitos de Deus para servir no altar como sacerdote de Deus e do coração de Maria.




“Deus nos levantou do chão enquanto todo um povo nos apedrejava!”




Muitas vezes em nosso caminhar nos deparamos com tais constrangimentos, difícil nem é passar por cima de tudo isso, mas sim diante disso continuar a caminhar!
Difícil é encontrar quem nos de a mão, e nos coloque novamente de pé!
Esta horrível multidão que é verdadeiro joio no trigo, que se amontoam em grupos de difamação, que nada ajuda mais muito atrapalha a vida alheia.
Minha gente um chamado infelizmente não morre por si só!Ele é eterno, embora não o compreendamos como tal. Um chamado que não se realiza produz em nós algo que eu denominaria como que um coma.
Meditemos um pouco mais sobre este “coma”:
Normalmente um ser em coma, este que pode ser profundo esta praticamente sem vida, as esperanças são poucas, pode ou não acordar!
Irmãos me uno a muitos dos vocacionados que se encontrão neste mundo de nosso Deus sem esperança às vezes se embreando pelas vielas do erro e do pecado, sem saber o que fazer ou onde arriscar. Irmãos creiam na misericórdia de Deus e esperem naquele que nos chamou e escolheu. Hora ou outra o Deus da messe ouvira estas pobres ovelhas que estão em coma induzido não porque querem, mas porque forças maiores as conduzem a enfermidade e as põe em coma profundo!
Mas lembre-se maior do que tudo isso é a misericórdia de Deus!
Se nos apedrejam e nos maltratam isso é sinônimo de chamado e vocação para santos, Deus já nos deixou precavidos que passaríamos por tudo isso, mas venceríamos!
Coragem Deus hoje mais do que nunca quer te levantar do chão! E te ajudar a subir te tirar do coma profundo e te dar uma vida nova.
Senhores bispo, sacerdotes, ministros leigos missionário, Deus nos chama a olhar cada vocação como um tesouro!
Mesmo os que estão doentes, também são chamados, é necessário um acompanhamento especial por parte de vos sacerdotes e de todo o povo de Deus. Sobre tudo com olhar de misericórdia e bondade sobre todos os chamados, sem acepção de pessoas, crendo realmente naquilo que eu acredito, o chamado como sendo divino.
A vocação é algo totalmente divino, portanto ninguém pode compreender. Sejamos uma igreja acolhedora e que ame e nunca chamais deixe de amar, pois só o amor pode realmente mudar este mundo transformar vidas, lembre-se suas palavras nos púlpitos e jornais e televisões comovem os corações, mas o exemplo de vida arrasta multidões!
Portanto não podemos ter medo de anunciar e denunciar, de sermos sal da terra e luz do mundo!
Por fim irmãos desejo que este ano seja de muita luz para todos os que comigo formão esta assembléia de Deus de almas sacerdotais, embora ainda agora não compreendida saibamos que nossas almas são de cristo e sua igreja. Irmão morra de amor pela igreja, pelo papa, pelos pastores de nossas igrejas diocesanas, respeitem os bispos e rezem pela santificação do clero!
E nos que somos esta parcela em grande números de pessoas de homens de chamados e vocacionados chamados ao sacerdócio, mas que estamos ainda em “coma”
Tenha esperança, nunca deixe a oração só Deus pode nos conduzir ao lugar certo na hora certa!
Procure o maior hospital no tratamento para nós lá mesmo no sagrado coração de Jesus, faça morada lá!
Deixe o medico o senhor da messe te ajudar, te restaurar e saiba que toda esta tempestade um dia vai passar!
Depois desta noite escura vai vir uma madrugada. E depois da madrugada quem sabe um novo dia...
O tempo de Deus é diferente do nosso! Lute e se colocarmos nossa fé em ação nossa vida a serviço do irmão muito breve com misericórdia infinita veremos abertas as portas que um dia foram fechadas.
Deus jamais nos abandona!
Creia e viva isto em sua vida. Maria rainha de todos os chamados ajude-nos a levantar e nunca mais cair, Maria mãe da esperança ajude-nos a sempre dizer sim a Deus e sua Santa Igreja!


Amor Omnen Superat.



Aos 10 dias de fevereiro de 2011.




Diego Moura Silva